Levámos tudo,deixámo-nos sem desejo súbito,punimos o nosso consolo,mostrámos o nosso "amor" complexo de compulsão a um ardor psicótico que romantiza os transtornos da fornicação individual.
A lógica da nossa doença lubrifica os nossos impulsos,o nosso território,a nossa natural fieldade de nos consumir imoralmente,porque existem prazeres obrigatórios que imigram cá dentro na gruta do peito.
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